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Câncer de Endométrio
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É a doença mais comum que atinge o tecido endometriótico e ocorre com maior  frequência entre as mulheres com idade acima dos 60 anos.
O principal sintoma é a metrorragia, termo médico para sangramentos do útero fora do período menstrual, seja entre os ciclos, na menopausa ou pós-menopausa.

Para as mulheres em período fértil outro sintoma a ser considerado é a menorragia, quando há um aumento no volume e na duração do sangramento menstrual. Dor pélvica e perda de peso são os outros sintomas mais recorrentes.

Caso note qualquer anormalidade no funcionamento de seu sistema reprodutor e órgãos pélvicos, procure o Núcleo Pró-Endometriose imediatamente para marcar sua consulta. Nós estamos aqui para ajudá-la.
Câncer de EndométrioNovo exame para o diagnóstico de endometriose.Mitos e Verdades sobre EndometrioseSororidadeConsumo de carne vermelha e endometrioseEndometriose e Infertilidade. Novos estudos avançam para entender melhor essa relação.Fadiga pode ser sinal de endometrioseDores na lombar podem ser sinal de endometrioseOs tipos de endometrioseVideolaparoscopia ginecológicaAutocuidadoFisioterapia para EndometrioseMarço Amarelo - Mês Mundial de Conscientização da EndometrioseO que é Histeroscopia?O que é Hematometria?Endometriose: A doença da mulher modernaFases do EndométrioEndometriose na AdolescênciaDieta protetoraO que é adenomiose?Exercícios físicos e endometrioseMioma UterinoPólipos UterinosEndometrioma na parede abdominal Endometriose não é contagiosaComo fazer o Diagnóstico da Endometriose?Endometriose Profunda x InfertilidadeQuais os tratamentos indicados para a Endometriose Profunda?A importância da Alimentação no tratamento da EndometrioseOutubro Rosa: Combate ao Câncer de MamaQuais as causas da Endometriose Profunda? Ela tem cura?Qual a diferença entre Endometriose Superficial e Endometriose Profunda?O que é endometriose profunda e quais os sintomas?Atividade sexual comprometida em mulheres com Endometriose ProfundaHisterectomia não é a solução para a endometrioseA incidência de enxaquecas em adolescentes com endometriose Sobre a videolaparoscopia cirúrgicaComo funciona a videolaparoscopia diagnóstica?O que a histeroscopia diagnóstica investiga?Você sabe como funciona a histeroscopia cirúrgica?Você sabe como funciona a histeroscopia diagnóstica?Você sabe o que é endoscopia ginecológica?Tenho Endometriose no intestino: o que devo fazer?Quais são os sintomas da Endometriose?O que é Endometriose?
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Câncer de Endométrio
É a doença mais comum que atinge o tecido endometriótico e ocorre com maior frequência entre as mulheres com idade acima dos 60 anos. O principal sintoma é a metrorragia, termo médico para sangramentos do útero fora do período menstrual, seja entre os ciclos, na menopausa ou pós-menopausa. Para as mulheres em período fértil outro sintoma a ser considerado é a menorragia, quando há um aumento no volume e na duração do sangramento menstrual. Dor pélvica e perda de peso são os outros sintomas mais recorrentes. Caso note qualquer anormalidade no funcionamento de seu sistema reprodutor e órgãos pélvicos, procure o Núcleo Pró-Endometriose imediatamente para marcar sua consulta. Nós estamos aqui para ajudá-la.
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Novo exame para o diagnóstico de endometriose.
Busca por um método que substitua a laparoscopia e o ultrassom e que seja, portanto, menos invasivo e que possa detectar a endometriose de maneira precoce, levou pesquisadores da Austrália e Bélgica a desenvolverem uma técnica com alto potencial diagnóstico. Estima-se que 35% das mulheres submetidas à videolaparoscopia não têm a doença e acabam fazendo o procedimento sem necessidade. O estudo, publicado na revista científica Human Reproduction e apresentado no Congresso Internacional de Endometriose que aconteceu na Austrália, foi realizado com 99 mulheres escolhidas de maneira aleatória.. As 64 pacientes que foram diagnosticadas com endometriose através da cirurgia, também tinham apresentado resultados positivos nesse novo tipo de exame que consiste na extração de pequenos fragmentos do endométrio, em um exame ginecológico convencional o qual dispensa aplicação de anestesia, e analisá-los microscopicamente em laboratório para descobrir se existem fibras nervosas no tecido. O especialista em ginecologia Maurício Abrão concorda que o procedimento é uma tentativa válida para diagnosticar uma doença que hoje em dia necessita de um exame invasivo. Entretanto, ponderou que 99 casos não são suficientes para considerar a eficácia do método, pois apenas no Brasil especula-se que mais de 6 milhões de pacientes tenham endometriose. Para Ivete de Ávila o trabalho é muito importante para o campo científico, porém alerta sobre o custo envolvido no procedimento. “É um método bastante interessante, mas dispendioso. Do que adianta a coleta ser simples, mas com uma análise laboratorial que exige um microscópio ultramoderno e reagentes caríssimos?” Colocadas tais questões, percebemos que ainda há bastante pesquisas a serem feitas nessa área e que muito precisa ser aprimorado para tornar o procedimento realmente praticável. O mais importante é saber que existem pesquisadores e cientistas trabalhando de forma incansável para descobrirem maneiras mais práticas e menos penosas para diagnosticar essa condição que tanto compromete a qualidade de vida das mulheres.
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Mitos e Verdades sobre Endometriose
Existe bastante desinformação quando o assunto é endometriose. Por ser uma condição bastante complexa e com causas variadas é normal que haja muita incerteza no que se diz por aí. Resolvemos, por tanto, listar algumas verdades e mitos sobre essa doença que afeta muitas de nós. Tirar o útero cura endometriose: mito. No começo do século XX o conhecimento que se tinha sobre endometriose era menor do que hoje. Para os médicos daquela época a doença tinha apenas uma causa: parte do endométrio não descia pela vagina e subia pelas tubas uterinas em direção ao abdômen. Hoje sabemos que não existe apenas essa explicação para o aparecimento da doença. Logo, a retirada do útero não é uma solução! Retira-se, com cirurgia, os focos da doença espalhados pelo organismo. Exercícios físicos podem colaborar para controlar a doença: verdade. A liberação de endorfina que resulta das atividades aeróbicas de média e alta intensidade é benéfica para o corpo e ainda inibe a produção de estrógeno, hormônio ligado diretamente à endometriose. Exercícios físicos são, portanto, uma forma complementar de tratar a doença, pois além dos benefícios oferecidos pela endorfina, promove a melhora geral do sistema imunológico, aliado indispensável no combate de enfermidades. Ter cólicas fortes é certeza de endometriose: mito. A cólica geralmente é o principal sintoma apresentado pelas pacientes. Entretanto, nem sempre essas dores estão relacionadas à doença. As cólicas podem indicar, na verdade, cistos, outras processos inflamatórios na pelve, miomas ou tumores. Mas, lembre-se: ao menor sinal de dor, seja abdominal ou lombar, é preciso sempre considerar a possibilidade de endometriose. Há uma dieta específica para o tratamento ou controle da endometriose: em partes. Alimentação balanceada é indispensável para uma boa saúde, mas não existe uma dieta específica para pacientes com endometriose. É importante evitar alimentos com estrógeno (presente em frangos de granja, por exemplo) e soja. O glúten deve ser consumido de maneira bastante moderada, pois seus efeitos inflamatórios no intestino podem aumentar as dores e as chances de acontecerem outras complicações para a saúde das pacientes. O Núcleo oferece todo suporte para o tratamento. Agende já sua consulta conosco.
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Sororidade
Sororidade é uma palavra que representa o sentido de união e amizade entre as mulheres. Um afeto próprio de irmãs. O princípio é agir de maneira conjunta em prol de todas as mulheres, mesmo que muitas vezes a gente não entenda os motivos e razões que fazem cada uma escolher, dentro de suas particularidades, a maneira que irá agir perante os múltiplos desafios e questionamentos que a vida proporciona. Aqui estão algumas maneiras de práticar a sororidade: 1. Não considerar outras mulheres rivais ou concorrentes. É um exercício importante, pois a competição é um sentimento bastante presente na vida das pessoas e, muitas vezes, a sociedade nos coloca nessa posição desconfortável de intimidar e ser intimidada. Comece a observar outras mulheres, em especial as mais diferentes de você, e mudar as possíveis impressões negativas que tenham sido desenvolvidas. A empatia é a base desse exercício. Buscar entender que todas têm suas motivações e sentimentos despertados pelas próprias batalhas diárias. Compreensão para nutrir sentimento de amizade, carinho e respeito. 2. Não julgar outras mulheres. Parte complementar da primeira prática, essa consiste em se esforçar para não fazer julgamentos quando alguma mulher toma atitudes as quais você, por algum motivo, desaprova. Cada uma tem seu jeito de se vestir, falar. Possuímos distintos comportamentos, maneiras de se relacionar e afetos. Algumas escolhem ser dona de casa e ter filhos, outras querem integrar o mercado de trabalho e preferem não constituir família, e está tudo bem em cada um dos cenários possíveis. Saber respeitar as escolhas e histórias de vida é fundamental. Não precisamos julgar umas às outras. 3. Ajudar mulheres que estejam precisando. Aprender a prestar atenção aos sinais que as mulheres ao nosso redor apresentam quando precisam de ajuda ou algum tipo de apoio. Ajudar pode ser uma simples conversa, ouvir um desabafo ou situações mais complexas como amparar e socorrer uma mulher que vive relação ou situação de abuso. A sororidade nos permite praticar o altruísmo e ajudar quem quer que esteja passando por alguma necessidade ou apuro. Cuidar é a palavra chave. 4. Incentive o trabalho feminino. Consuma produtos e serviços feitos por mulheres. Colaborar com a divulgação desses bons serviços e trabalhos exclusivamente femininos é fundamental Indicar conhecidas, colegas e amigas para vagas de emprego também é uma forma de fortalecer a sororidade. Perceba que é possível contratar mulheres para fazer serviços que, tipicamente, são feitos por homens. Assim, tornamos mais mulheres financeiramente independentes. 5. Empodere as mulheres ao seu redor. São muitas as maneiras de empoderar as mulheres. Colocar essas dicas citadas acima é uma delas. Dar conselhos, oferecer seu tempo e ajuda, indicar boas leituras e filmes. Qualquer atitude que possa ajudar uma mulher a estar mais e melhor informada e empoderada é válida. Debater ideias sobre questões próprias do feminismo é muito oportuno também. Empoderar é conhecer e compartilhar as histórias de lutas pelos direitos das mulheres e ampliar a busca por igualdade entre mulheres e homens.
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Consumo de carne vermelha e endometriose
A endometriose é uma doença inflamatória crônica que ocorre quando um tecido semelhante àquele que reveste o útero se desenvolve fora da cavidade uterina. Suas causas ainda são desconhecidas e, justamente por isso, são produzidas diversas pesquisas que apontam mais de um motivo para que a doença ocorra. Em um desses estudos, realizado na capital dos Estados Unidos e publicado na revista American Journal of Obstetrics and Gynecology, foi investigada a relação entre a endometriose e o consumo de proteínas de origem animal (carne vermelha, aves, peixes, ovos e frutos do mar). Durante 22 anos os especialistas acompanharam a saúde geral e os hábitos alimentares de 81.908 mulheres, das quais 3.800 foram diagnosticadas, via videolaparoscopia, com endometriose. Entre as fontes de proteína de origem animal analisadas a única que estabeleceu uma relação direta entre consumo e desenvolvimento do quadro endometriótico foi a carne vermelha. Quando comparadas, mulheres que consumiam duas ou mais porções semanais dessa fonte de proteína, tinham maiores chances de apresentar endometriose do que aquelas que consumiam uma porção ou menos no mesmo período. Para as mulheres que ingeriam duas ou mais porções diárias de carne vermelha o risco de desenvolver a doença era 56% maior do que aquelas que consumiam uma porção ou menos por semana. Números realmente significativos. Qual é a relação entre o consumo de carne vermelha e endometriose? Existe mais de um motivo que faz a ingestão de carne bovina ou suína ser prejudicial para a saúde das mulheres, a começar pela quantidade de calorias na dieta. Pessoas que comem esses tipos de carnes geralmente apresentam índices calóricos mais altos, o que pode vir a gerar situações de sobrepeso e obesidade que são sabidamente fatores de risco para diversos tipos de inflamação. Outro motivo é a presença de nutrientes próprios das carnes vermelhas, principalmente um deles chamado Ferro Heme, que nosso organismo absorve com bastante facilidade. Esse tipo de ferro está associado com problemas inflamatórios e estresse oxidativo, ou seja, potenciais ameaças para a saúde uterina. Outra evidência é o fato de que mulheres com endometriose apresentam baixos níveis de hemopexina, proteína responsável pelo transporte do Ferro Heme pelo sangue até que o mesmo seja eliminado do organismo. O que pode ser compreendido desse estudo é o seguinte: a ingestão de carne vermelha não é o único motivo que leva ao desenvolvimento da endometriose, entretanto para mulheres com histórico familiar ou pessoal dessa condição, vale a pena observar os hábitos alimentares com o intuito de diminuir para uma porção semanal ou mesmo cortar o consumo de proteínas animais provenientes das carnes vermelhas. O acompanhamento nutricional é de vital importância para o sucesso de qualquer dieta. Fique à vontade para entrar em contato com o Núcleo. Nossa satisfação é poder fazer o que estiver ao nosso alcance para melhorar a sua qualidade de vida.
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Endometriose e Infertilidade. Novos estudos avançam para entender melhor essa relação.
A endometriose é a doença mais estudada da área ginecológica nos últimos 15 anos. Mesmo assim, suas causas ainda são desconhecidas. O que se sabe é que a endometriose ocorre quando o endométrio, tecido que reveste o útero para que fique preparado para uma possível gravidez, apresenta um crescimento anormal e se desenvolve em diversos outros órgãos do corpo. Na menstruação, mesmo fora do útero, esse tecido descama junto com o endométrio original, daí o aumento do fluxo menstrual, as dores intensas e a dificuldade para engravidar. Esse último sintoma muitas vezes acompanha a mulher com endometriose. Estima-se que 30% ou mesmo metade das pacientes sofrem de infertilidade. A principal causa consiste na danificação das trompas, a inflamação que ocorre nelas pode obstruir as tubas, dificultando ou impedindo a passagem do óvulo. Entretanto, esse pode não ser o único motivo responsável pela infertilidade. É o que indica a pesquisa publicada na Science Translational Medicine no artigo intitulado Loss of HDAC3 results in nonreceptive endometrium and female infertility. O estudo realizado por cientistas sul-coreanos e estadunidenses, com amostras de tecido endometrial de 21 mulheres com endometriose e infertilidade, apontou que em todas as amostras havia algum tipo de deficiência nas moléculas de HDAC3. Uma enzima, encontrada no revestimento do útero, encarregada de controlar proteínas que auxiliam no preparo uterino para receber o óvulo fecundado. A pesquisa continuou com a indução de endometriose em babuínos e camundongos. Os exames comprovaram que as taxas de HDAC3 caíram de maneira significativa em todos animais. A última etapa foi criar, a partir da engenharia genética, camundongos sem o gene capaz de produzir a enzima HDAC3 e o resultado foi que os animais nasceram estéreis. Fato é que a enzima desenvolve papel preponderante na capacidade de engravidar, basta agora saber como identificá-lo. Afinal, não sabemos ainda qual é a relação exata que ela possui com a infertilidade ou até mesmo com a própria endometriose. Serão necessárias mais pesquisas. A boa notícia é que a comunidade científica está cada dia mais perto de encontrar novos métodos de prevenção e tratamento para esse mal que aflige 7 milhões de brasileiras.
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Fadiga pode ser sinal de endometriose
Uma recente pesquisa do Hospital Universitário de Zurique, na Suíça, apontou que em mulheres que sofrem de endometriose a ocorrência de fadiga é o dobro do que em mulheres saudáveis. A inflamação provocada pelas células endometriais alocadas onde não deveriam estar é responsável pelo aumento considerável da produção de ocitocina, uma proteína associada aos casos de fadiga. Uma condição que caracteriza-se por ser mais que uma exaustão corriqueira, a pessoa fatigada sente cansaço logo ao acordar e assim passa boa parte do dia. Irritabilidade, sonolência, sensação de pernas pesadas e letargia são outros sintomas que indicam a ocorrência de fadiga. A pesquisa consistiu no acompanhamento de 1.120 mulheres (560 com endometriose e 560 saudáveis) durante 6 anos. Elas responderam uma série de questionários ao longo desse período sobre qualidade de vida e saúde mental, com diversos quesitos em que elas relataram com que frequência sentiam certos sintomas. O resultado mostrou que 51% das mulheres com endometriose sofriam de fadiga, ao passo que apenas 22,4% das mulheres sem endometriose apresentaram a mesma condição. Portanto, se você apresenta algum desses sintomas citados acima, é importante procurar um especialista para averiguar quais são os motivos que fazem você sentir-se assim. Lembre-se que o Núcleo está sempre de portas abertas, fale conosco e marque sua consulta.
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Dores na lombar podem ser sinal de endometriose
Muitas mulheres vão ao ortopedista por conta de dores na região lombar. Tais incômodos, persistentes e pulsantes, fazem as pacientes pensarem que estão com algum tipo de problema na coluna quando, na verdade, sofrem de endometriose. A endometriose pode fazer a região lombar ficar realmente dolorida quando ocorre a presença do endométrio na junção do útero ao osso sacro, localizado na curvatura entre o bumbum e as costas. Essa circunstância gera uma inflamação dos nervos da região útero sacral. O problema da desinformação leva pacientes com endometriose, cerca de 30% delas, a procurarem ortopedistas por acreditarem que têm bico de papagaio, problemas no nervo ciático, hérnia de disco ou alguma outra complicação na coluna. Mesmo ginecologistas podem não associar tais incômodos com a condição endometriótica, fato que torna o diagnóstico correto muito mais demorado. Às vezes passam-se anos sem que a mulher saiba realmente o que lhe aflige. Quando os exames e avaliações clínicas não apresentam os resultados esperados, em muitos casos são receitados apenas anti inflamatórios ou analgésicos para atenuar os sintomas, sem resolver de fato a questão. É importante saber diferenciar as dores na lombar causadas pela endometriose daquelas geradas pelo mau funcionamento da coluna. A principal diferença, quando se trata de um quadro endometriótico, é o aumento do incômodo nas costas no período pré-menstrual e durante a menstruação. Outro fator que precisa ser levado em conta para um diagnóstico preciso é a ocorrência de cólicas fortes e incapacitantes nas pacientes. Esteja sempre atenta ao sinais do seu corpo. Faça uma avaliação com a gente. O Núcleo está aqui para te ajudar a enfrentar endometriose.
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Os tipos de endometriose
A endometriose atinge cerca de 15% das mulheres brasileiras. A doença é caracterizada pela presença de células do endométrio, o tecido que reveste o útero para melhorar a aderência de um possível óvulo fecundado. Caso não ocorra a gravidez, esse tecido é dissolvido e expelido na menstruação. Quando tais células endometriais se instalam em outros lugares do corpo que não o interior do útero, ocorre o que chamamos de endometriose. Ela possui três diferentes maneiras de se manifestar, com distintos graus de desenvolvimento. Endometriose Superficial: Lesões que podem se estender da parede abdominal até o diafragma. Órgãos como bexiga e intestino são afetados em muitos casos e seu diagnóstico não é tão simples. Ultrassonografia e exames clínicos podem identificar a endometriose superficial, mas em geral é recomendada uma videolaparoscopia para maior precisão diagnóstica e uma melhor estratégia para futuros tratamentos. Endometriose Ovariana; Caracterizada pela presença de cistos espessos na região externa do ovário que pode, inclusive, causar alteração anatômica do órgão. Os exames de imagem como ultrassom e ressonância magnética possibilitam a identificação desse quadro e, via de regra, o tratamento é cirúrgico. A videolaparoscopia, método mais indicado para a retirada dos endometriomas, deve ser executada com bastante cuidado para não danificar o tecido ovariano, a produção e armazenamento dos óvulos. Endometriose Profunda: É o tipo de endometriose que mais prejudica a qualidade de vida das pacientes, pois os sintomas costumam ser mais intensos e pungentes. Tais dores são importantes indicadores do desenvolvimento mais severo da condição endometriótica, quando as lesões invadem tecidos e órgãos em mais de meio centímetro. Bexiga, vagina, ligamentos útero-sacros (localizados atrás do útero), apêndice , intestino e até os pulmões pode ser afetados. Os exames ginecológicos podem dar alguns indícios da ocorrência desse tipo de endometriose, como nódulos, espessamentos e os relatos de dor das pacientes. Todavia, os exames de imagem são essenciais para a confirmação do diagnóstico. Ultrassonografia transvaginal com preparo intestinal e a ressonância magnética são os mais comuns. Alguns casos pode ser que seja necessária uma colonoscopia. Qualquer que seja o caso, é de vital importância ir ao médico com regularidade. Lembre-se: Um diagnóstico precoce evita o desenvolvimento da doença e o surgimento de complicações, além de tornar o tratamento mais eficiente. Agende ainda hoje sua consulta com o Núcleo.
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Videolaparoscopia ginecológica
A videolaparoscopia ginecológica, chamada também de laparoscopia é um método que serve para fazer diagnósticos e intervenções cirúrgicas. É a melhor maneira de diagnosticar endometriose, mas normalmente não é o primeiro a ser feito, pois existem procedimentos menos invasivos para descobrir a doença, como a ultrassonografia transvaginal e ressonância magnética. Além da condição endometriótica a videolaparoscopia é utilizada para diagnosticar outros tipos de lesões como: tumores abdominais, doença peritoneal, dores abdominais sem causas aparentes, síndrome aderencial e gravidez ectópica. Quando utilizado para fins cirúrgicos esse exame recebe o nome de videolaparoscopia cirúrgica e é indicada nos seguintes casos: Retirada de aderências Laqueadura das trompas Retirada de mioma e lesões ovarianas Retirada de apêndice Tratamento de distopias genitais Cirurgia ginecológica Como é feita? A videolaparoscopia é um exame simples, porém precisa ser feito sob anestesia geral. No procedimento é feita uma pequena incisão próxima ao umbigo onde é inserido um tubo com câmera na ponta. Depois são feitos outros cortes no abdômen para colocar instrumentos que servem para averiguação da região abdominal, pélvica ou para realizar os tratamentos cirúrgicos. A microcâmera auxilia no monitoramento e possibilita a identificação para remoção de miomas e cistos, por exemplo. O preparo para o procedimento: Além de uma série de exames para avaliar as condições físicas da paciente e os possíveis riscos que o exame apresenta, quando se trata de examinar a cavidade abdominal é preciso realizar o esvaziamento total do intestino um dia antes do procedimento com laxantes prescritos pelo médico. Recuperação: A recuperação leva de 7 a 14 dias, dependendo do procedimento realizado. A laparoscopia é mais simples que outras cirurgias convencionais, por ser menos invasivo o sangramento é mínimo. A dor abdominal e nos ombros é normal no pós-operatório e algumas paciente relatam constipação intestinal, inchaço, náuseas e vômito. O repouso é fundamental para uma recuperação completa e sem complicações. O exame é contraindicado para mulheres com obesidade mórbida, gravidez avançada ou qualquer outra situação que comprometa a saúde e a imunidade. Lembre-se: O Núcleo conta com profissionais especializados em saúde feminina. Marque ainda hoje sua consulta.
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Autocuidado
Estudos apresentados pelo Medscape Physician Lifestyle Report 2015, apontam que as mulheres estão mais suscetíveis aos efeitos do estresse e da fadiga extrema, o ápice do esgotamento físico e mental conhecido em inglês como “burnout”. Geralmente acomete pessoas cujo trabalho envolve altas cargas emocionais e de responsabilidade, profissões muito exigentes, especialmente nas áreas de educação e saúde. A sensação de que não existem mais forças e condições mentais, emocionais e físicas para concluir tarefas cotidianas, seja em casa ou no trabalho, pode também ser reflexo de um comportamento assimilado pelas mulheres desde muito cedo: a prática de cuidar dos outros antes mesmo de cuidarem delas próprias, como se estivessem abdicando de viver suas vidas para que os outros vivam melhor. As mulheres não foram ensinadas para o autocuidado, pelo contrário, é para as pessoas ao redor que elas geralmente destinam toda sua atenção e carinho. Os resultados desse comportamento são extremamente negativos para a saúde feminina e a indústria soube se aproveitar e lucrar com isso, mas não oferece as ferramentas adequadas para a transformação urgente. Banhos de espuma, cremes esfoliantes e roupas deixaram a discussão em um nível superficial. Claro que é válido se recompensar com alguns mimos depois de um dia puxado no trabalho, mas o autocuidado é, antes de mais nada, um ato de autopreservação. Precisamos perceber a importância de tratar a nós mesmas com carinho e compreensão. Podemos e devemos dividir as tarefas domésticas com os outros membros da família, a preocupação com a gestão do lar deve ser responsabilidade de todos moradores. Perceber a importância de parar tudo, respirar fundo e ter um tempo somente seu é extremamente positivo para o bem-estar dos seres humanos. Tudo bem se algumas coisas não saírem como o planejado ou se hoje não foi possível dar a atenção de sempre ao marido, namorado, companheira ou filhos. Não é pecado relaxar e curtir você mesma. É necessário respeitar os limites do corpo e da mente e não cobrar-se de maneira tão exigente. Permita-se uma folga. Existem coisas mais importantes que os prazos, tarefas e a necessidade de corresponder às expectativas dos outros. Portanto, cuide de si. Elogie-se. Apoie outras mulheres. O amor próprio é essencial para podermos amar ao próximo.
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Fisioterapia para Endometriose
A fisioterapia é importante aliada das mulheres com endometriose. É comum que a musculatura pélvica e outros músculos da região fiquem rígidos, sensíveis e com alguns pontos de tensão, em decorrência das dores causadas pela endometriose. A postura corporal adotada durante crises dolorosas, chamada postura antálgica, interfere em outras musculaturas por causa das compensações. Os resultados são: mais dor e possíveis alterações biomecânicas. A fisioterapia pélvica pode ajudar a aliviar muitos dos diversos sintomas da endometriose, além dos benefícios da reeducação postural e conscientização corporal. As dores durante as relações sexuais, desconfortos urinários, constipação intestinal e as dores no assoalho pélvico apresentam significativas melhoras quando incluem exercícios fisioterapêuticos no tratamento da endometriose.
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Março Amarelo - Mês Mundial de Conscientização da Endometriose
O Março Amarelo começou. É o mês mundial de conscientização da endometriose, criado a princípio na Europa e Estados Unidos para que mais pessoas tenham acesso à informações que esclareçam as dúvidas que existem ao redor da doença. Segundo a Organização Mundial da Saúde, no mundo todo estima-se que 10% a 15% das mulheres em idade reprodutiva apresentam quadros endometrióticos, enquanto no Brasil uma em cada 10 possui algum tipo de endometriose. Em um país de proporções continentais e populoso como o nosso, em que o sexo feminino representa aproximadamente 51,6% das população total, isso significa que cerca de 10 milhões de mulheres sofrem com a doença. Com números consideráveis como esses, foi natural que surgisse uma comunidade mundial de mulheres que compartilham dessa condição que tanto prejudica a qualidade de vida e bem-estar, para que ocorra troca de experiências e conhecimento sobre o tema. Segundo especialistas a doença é a principal causa de infertilidade e dor pélvica, portanto, quanto mais pessoas souberem o que é, como funciona seu desenvolvimento no organismo e quais são os sintomas característicos da endometriose, mais efetivos e precoces podem ser os diagnósticos. Cuidar umas das outras é necessário. Acompanhe nosso blog, se informe e compartilhe com outras mulheres as informações do Março Amarelo.
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O que é Histeroscopia?
Histeroscopia diagnóstica, também conhecida como videohisteroscopia, é um exame feito para visualizar a parte interna do útero a fim de fazer diagnósticos de possíveis lesões, pólipos, miomas e conferir a espessura endometrial. O exame consiste na inserção de um aparelho bem fino (cerca de 4mm de espessura), com uma câmera na ponta, pelo canal vaginal. Pode ser necessário a aplicação de anestesia, mas na maioria dos casos é sentido apenas um ligeiro desconforto. Mulheres grávidas, com suspeita de gravidez e infecção vaginal não devem fazer histeroscopia. É importante realizar o exame na quinzena mais distante do período fértil, pois a parede do útero estará mais visível sem a preparação do organismo para uma possível gravidez. Geralmente o exame é feito em um consultório ginecológico, mas alguns médicos podem preferir realizá-lo em hospitais com as pacientes em internamento. Preparação: Recomenda-se que as mulheres com histeroscopia marcada fiquem ao menos 72 horas sem ter relações sexuais, 48 horas sem utilizar qualquer creme íntimo e tomar um comprimido que tenha butilbrometo de escopolamina como princípio ativo, o popular Buscopan é um deles. O uso desse medicamento meia hora antes do exame pode evitar cólicas e dores mais fortes durante e depois do procedimento. Quando é indicada? A videohisteroscopia é realizada quando as pacientes apresentam sintomas que indicam algum mau funcionamento do aparelho reprodutor. Alguns deles são: Sangramento anormal Cólicas, antes e durante a menstruação. Infertilidade Abortos repetidos Caso apresente algum desses sinais marque uma consulta com um especialista. Conte com o Núcleo para cuidar de sua saúde.
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O que é Hematometria?
Hematometria é um quadro clínico caracterizado pela retenção de sangue dentro do útero. Geralmente acompanhada por sintomas como dor na parte inferior do abdômen, que pode irradiar para as costas, inchaço na região do baixo ventre e sangramento menstrual anormal. Acomete principalmente mulheres jovens, em idade reprodutiva. Na maioria das vezes as causas são condições congênitas, ou seja, que acompanham a paciente desde seu nascimento como torções uterinas, septo vaginal, problemas cervicais, hipoplasia e outros motivos capazes de obstruir o trato reprodutivo feminino. Existem também complicações que podem surgir ao longo da vida da mulher, muitas delas ligadas à gestação ou cirurgias uterinas, que comprometem o funcionamento do útero e do endométrio, assim como traumas cervicais após a primeira gravidez capazes de estreitar a pélvis e dificultar a saída de sangue. Não é uma condição de fácil diagnóstico. São necessários exames de imagem, como a ultrassonografia e histeroscopia, que permitem identificar o útero dilatado pelo acúmulo de sangue e as possíveis causas de sua obstrução. Por isso é importante fazer o devido acompanhamento com profissionais especializados que possam indicar a melhor forma de tratamento. Entre em contato com o Núcleo, estamos sempre à disposição.
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Endometriose: A doença da mulher moderna
A ocorrência de endometriose, quando analisada em âmbito global, apresenta traços epidemiológicos. Estimativas apontam que 70 milhões de mulheres ao redor do planeta sofrem de algum tipo de endometriose, e que metade dos quadros de infertilidade ou dor pélvica estão diretamente relacionados à doença. O principal gatilho para o desenvolvimento de endometriose é explicado pela teoria da menstruação retrógrada, que acontece quando o sangramento segue o fluxo contrário ao natural e ao invés de expelir, leva células endometriais para outras partes do organismo que não o útero. Esse fenômeno acontece com a imensa maioria das mulheres, mas somente algumas desenvolvem a doença. A hipótese explicativa mais provável é a de que pacientes com endometriose possuem produção e distribuição hormonal que favorece o desenvolvimento das células que compõe o endométrio e também apresentam disfunções imunológicas que incapacitam o corpo de eliminá-las de onde não deveriam estar. Por que é uma doença moderna? Algum tempo atrás era comum a existência de famílias grandes, que contavam com 10 filhos ou mais. As mães viviam grávidas ou amamentando (em muitos casos as duas condições coincidiam), os casamentos aconteciam mais cedo na vida das mulheres e o início da vida sexual e reprodutiva também. Dessa maneira, passavam boa parte do tempo em amenorreia, ausência de menstruação, portanto, seus corpos ficavam menos expostos ao estrogênio, o hormônio responsável pelo desenvolvimento das células endometriais. Nessas condições as chances de desenvolver a enfermidade eram muito menores do que hoje em dia. Entretanto, a mudança da cultura familiar com expressiva queda da taxa de natalidade não é a única responsável pelo aumento da ocorrência de endometriose. A poluição e os agentes químicos, que resultam do estilo de vida urbano e industrializado que adotamos como sociedade, também têm grande contribuição nesse acontecimento. Os rejeitos industriais e aditivos químicos têm efeitos muito negativos para a saúde e qualidade de vida, fato indiscutível. Compostos químicos desenvolvidos com o advento do avanço científico, como PCB e TCDD, comprovadamente nocivos aos humanos, poluem nossos solos, água e ar. Também é possível encontrar quantidades consideráveis deles na carne de peixes, aves e mamíferos que compõem a base da alimentação de muitas pessoas. No que diz respeito à fisiologia, a contaminação por tais elementos tem vários efeitos colaterais e desregular nosso sistema endócrino é um deles. Ao prejudicar a produção hormonal do organismo, tais fatores colaboram de maneira preponderante para o aumento dos casos de endometriose nos dias de hoje. O modo como vivemos define a nossa qualidade de vida, por isso é tão importante praticar exercícios físicos, ter uma alimentação balanceada, dar preferência para alimentos orgânicos e cuidar da saúde mental. Fortalecer o sistema imunológico deve ser uma constância. Entre em contato com o Núcleo para saber mais sobre acompanhamento profissional e os tratamentos possíveis.
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Fases do Endométrio
O endométrio é o tecido que reveste a parte de dentro do útero e que durante todo o ciclo menstrual passa por fases e diferentes espessuras. É nele que o embrião se aloja quando ocorre a fecundação. Entretanto, o endométrio tem que estar na espessura correta e totalmente saudável para que isso ocorra. Quando a gravidez não acontece, esse tecido descama e é expelido no processo conhecido como menstruação. São três as principais fases que caracterizam o ciclo do endométrio. Fase Proliferativa: Quando o endométrio está com a menor espessura, totalmente descamado. Essa fase coincide com o fim da menstruação e é o momento em que o estrogênio libera células que aumentam sua espessura. Fase Secretora: Ocorre durante o período fértil. Progesterona e estrogênio preparam o endométrio com nutrientes, tornando o útero um ambiente mais favorável à fixação e sustento do embrião. É a fase em que o endométrio fica mais espesso. Caso não haja fecundação ou o embrião não consiga ficar no endométrio, a mulher irá menstruar. Fase Menstrual: Conforme os níveis hormonais caem, o endométrio passa a ser menos irrigado e torna-se menos espesso. Tais alterações fazem acontecer sua descamação, gradativamente o endométrio solta-se da parede do útero gerando o sangramento menstrual. A espessura endometrial mínima para que ocorra uma gravidez é de 8 mm sendo 18 mm considerada ideal. Um endométrio com menos de 6 mm na fase secretora é incapaz de sustentar um embrião e as principais causas dessa alteração são a falta de progesterona, uso de anticoncepcionais e lesões por aborto ou curetagem. Após a menopausa, a espessura do endométrio geralmente é de 5 mm. Se, por acaso, os exames ginecológicos detectarem um endométrio mais espesso, é necessário dobrar a atenção. Uma série de outros exames devem ser feitos para descobrir a causa desse aumento.
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Endometriose na Adolescência
A doença conhecida como endometriose caracteriza-se pela presença do endométrio fora da cavidade uterina. Esse tecido que reveste o útero é expelido a cada menstruação, mas em alguns casos partes dele se deslocam contra o fluxo sanguíneo e se aloja nas trompas, ovários e até no intestino. Essa condição, o quadro endometriótico, ocorre também em adolescentes e na maioria dos casos o diagnóstico nessa faixa etária é mais difícil de ser feito, pois alguns sintomas podem ser confundidos como normais nessa fase da vida. Outro motivo que complica a diagnose é que muitas jovens com endometriose ainda não têm uma vida sexual ativa e, portanto, não manifestam sintomas como os incômodos durante relações sexuais e dificuldade para engravidar. Mais da metade das meninas e jovens que apresentam cólicas fortes e persistentes sem sucesso nos tratamentos, acabam desenvolvendo endometriose. Para corroborar esse índice, uma pesquisa da Endometriosis Association afirma que cerca de 60% das mulheres adultas que sofrem da doença, recordam-se de terem apresentado sintomas antes dos 20 anos. Uma investigação minuciosa faz toda a diferença, afinal pode existir um intervalo de 12 anos entre os primeiros sintomas e a confirmação da doença que, se não for identificada a tempo, pode vir a prejudicar de forma drástica a fertilidade da paciente. O acompanhamento médico é indispensável na definição do melhor tratamento possível para que a qualidade de vida das adolescentes seja preservada. Agende sua consulta com o Núcleo.
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Dieta protetora
Ainda não existem respostas definitivas para entender as causas da endometriose. O que dá para afirmar é que existem relações entre o estilo de vida e o desenvolvimento da doença. Por se tratar de uma doença inflamatória, uma alimentação balanceada contribui para a proteção do organismo e cumpre um papel complementar ao tratamento médico, melhorando sintomas e evitando a progressão do quadro endometriótico. O considerável aumento do consumo de carne vermelha, embutidos, frituras e alimentos ultraprocessados, ricos em gordura ômega 6, têm contribuído para piorar a qualidade de vida de pessoas em todo planeta. No que diz respeito à endometriose, tais gorduras pioram a inflamação e as consequentes dores causadas pela presença indevida do endométrio fora do útero. Há alguns dados conflitantes na literatura médica especializada no assunto, mas o papel de certos nutrientes no controle de processos inflamatórios é inegável. Portanto, as mulheres devem dar preferência a alimentos que apresentem bons índices de ômega 3 e outras gorduras de boa qualidade como nozes, amêndoas, linhaça, sementes de chia, entre outros. É indicado também o consumo de antioxidantes presentes nas vitaminas A (vegetais verde-escuros e amarelo-alaranjados), C (tomate, pimentão e frutas cítricas) e E (azeite, abacate, cereais integrais), essenciais no combate aos radicais livres tão nocivos para quem possui algum tipo de inflamação. Vitaminas do complexo B também são aliadas das mulheres, pois auxiliam na regulação do ciclo menstrual e também modulam inflamações. As dores relacionadas à endometriose tendem a diminuir com a presença desse grupo vitamínico na alimentação, enquanto que farinha de trigo refinada, cafeína, açúcar e bebidas alcoólicas devem ser evitadas por diminuírem os níveis dessas vitaminas no organismo. É de extrema importância que o consumo de alimentos orgânicos e saudáveis sejam incentivados desde cedo para que bons hábitos sejam desenvolvidos. Ingestão de legumes, verduras e frutas são fundamentais, assim como a preferência por carnes, ovos e leite de animais criados sem reforços de hormônio, porque a endometriose está intimamente ligada a níveis hormonais desregulados.
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O que é adenomiose?
O que é? Adenomiose ocorre quando o endométrio, tecido que reveste o interior do útero, invade o miométrio (a parte muscular do órgão), deixando as paredes uterinas mais espessas. Esse quadro pode vir a causar dores, sangramentos e cólicas intensas durante a menstruação. Sintomas Os sintomas da adenomiose são os seguintes: - Prisão de ventre - Dores durante as relações sexuais - Fluxo menstrual mais intenso e duradouro - Cólicas muito fortes - Inchaço da barriga É importante lembrar que nem sempre a adenomiose vem acompanhada de sintomas, mas quando se fazem presentes tendem a começar depois de uma gravidez e desaparecem com a chegada da menopausa. A doença também pode causar dismenorreia e hemorragia uterina anormal. Diagnóstico O diagnóstico deve ser feito pelo ginecologista que, na maioria dos casos, pede exames de imagem como ressonância magnética, histerossonografia e ultrassom intravaginal que permitem avaliar o útero e a espessura de suas paredes. Tratamento Existem diferentes maneiras de se tratar essa condição, que variam de acordo com os sintomas apresentados e podem ser feitos com cirurgia ou medicamentos. Alguns dos tratamentos possíveis são: - Tratamento com hormônios, seja com pílulas anticoncepcionais à base de progesterona, anel vaginal, DIU ou adesivo anticoncepcional - Tratamento com anti-inflamatórios para alívio da dor e inflamação - Cirurgia para a retirada do tecido endometrial excedente em casos onde a adenomiose está numa área limitada do útero e sua invasão dentro do tecido muscular uterino ainda não é avançada - Cirurgia para a retirada total do útero, uma histerectomia completa, e geralmente não há necessidade de remoção dos ovários. Apenas indicada para casos extremos em que os sintomas comprometem a qualidade de vida da paciente de forma severa e irremediável. Diferença de Adenomiose e Endometriose Adenomiose é diferente de endometriose pois, enquanto a primeira é caracterizada pela infiltração do endométrio na camada muscular do próprio útero, a segunda consiste no crescimento do tecido endometrial fora da cavidade uterina.
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Exercícios físicos e endometriose
É fato que exercícios físicos são essenciais para que se tenha uma boa qualidade de vida. Até aí, nenhuma novidade. Entretanto, pesquisas apontam a importância que a prática regular de atividades físicas tem para mulheres com algum tipo de endometriose. O efeito vasodilatador e analgésico que a endorfina proporciona ao ser liberada no organismo quando exercícios aeróbicos são feitos é indiscutivelmente benéfico. Praticar caminhada, corrida, pedalar ou nadar de três a quatro vezes por semana, durante 30 ou 40 minutos auxilia no controle dos sintomas da endometriose e, inclusive, pode ajudar na prevenção da doença. Isso acontece devido ao resultado que a atividade física proporciona ao corpo humano. O metabolismo acelera, o sistema imunológico fica mais forte e os níveis de estrogênio tendem a ser regulados. É esse o efeito principal dos exercícios físicos para desacelerar ou mesmo inibir o desenvolvimento da endometriose, afinal o estrogênio é o hormônio responsável, entre outras coisas, pelo crescimento do endométrio. Porém, antes de começar a se exercitar é importante fazer uma visita ao médico para que sejam feitas as avaliações físicas e os acompanhamentos necessários para que não haja nenhum prejuízo à saúde. O Núcleo está aqui para oferecer todo suporte necessário. Agende sua consulta com a gente.
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Mioma Uterino
O que são: Miomas são tumores benignos que se encontram no interior do útero, geralmente nas mulheres em idade fértil. Felizmente, não estão relacionados com maiores chances de desenvolvimento de câncer uterino. Eles recebem esse nome pois surgem do tecido muscular liso do útero, o miométrio. Apenas uma célula em divisão descontrolada é o suficiente para que sejam criados tais nódulos. Os fibromas não seguem padrões de crescimento previsíveis, aumentam ou minguam em distintas velocidades e, inclusive, podem manter o mesmo tamanho. Miomas que aparecem durante a gestação, na maioria dos casos diminuem ou simplesmente desaparecem após o trabalho de parto. Causas e fatores de risco: As questões genéticas e hormonais são os principais gatilhos dos miomas. Mulheres da mesma família tem mais chances de desenvolverem miomas caso alguma parente próxima tenha apresentado esse quadro. Quanto aos hormônios, a questão gira em torno da progesterona e do estrógeno. Responsáveis pelo crescimento do endométrio para preparar o útero para uma possível gravidez, se estiverem em desequilíbrio podem causar os fibroides (outro nome utilizado para os miomas). Importante lembrar que mulheres negras apresentam mais chances de terem miomas maiores e em maior quantidade e, geralmente, são acometidas mais cedo pela doença. Outros fatores podem favorecer o surgimento de miomas como: início precoce de menstruação, dieta com bastante consumo de carne vermelha e pouca ingestão de frutas e verduras, além do consumo de bebidas alcoólicas. Sintomas: Alguns casos de miomas não apresentam nenhum indício sintomático e apenas são descobertos em exames ginecológicos de rotina. Contudo, quando os fibromas causam sintomas, estes costumam ser: - Micção frequente - Períodos menstruais prolongados por mais de sete dias - Maior fluxo de sangramento menstrual. - Dor ou pressão na região pélvica - Sangramentos mensais inesperados, em alguns casos com coagulação. - Prisão de ventre - Dificuldade em esvaziar a bexiga - Dor durante as relações sexuais Tratamento: Os miomas podem ser tratados de diferentes maneiras, dependendo das características de cada quadro. Pode ser que em casos assintomáticos apenas o acompanhamento médico seja o suficiente para monitorar o desenvolvimento das lesões. Em outras situações podem ser necessárias intervenções que o especialista poderá indicar: - Dispositivo Intrauterino - Contraceptivos - Suplementação vitamínica para repor nutrientes perdidos no sangramento - Tratamentos hormonais. Há casos que procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos resolvam a questão: - Miólise - Miomectomia histeroscópica - Ablação endometrial e ressecção dos miomas Em quadros extremos podem ser indicados os tratamentos cirúrgicos convencionais como a miomectomia abdominal e a histerectomia. É evidente que o acompanhamento médico responsável é fator primordial para o diagnóstico e tratamento seguro. Portanto, não deixe de realizar os exames de rotina e, sempre que sentir alguma alteração no funcionamento normal do organismo, procure um médico. Agende sua consulta conosco. o Núcleo Pró Endometriose está aqui para ajudá-la a cuidar da saúde e melhorar sua qualidade de vida.
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Pólipos Uterinos
O que são: Os chamados pólipos uterinos são formações de tecido na parte interna do útero que, geralmente, são benignas. Porém, podem causar muito desconforto e dificultar a gravidez. Nem sempre essa condição vem acompanhada de sintomas, mas quando eles existem são os seguintes: - Intensas cólicas menstruais - Corrimento com mau cheiro - Sangramento vaginal após a menopausa - Menstruação irregular - Menstruação abundante, sendo necessário mais de um pacote de absorvente por ciclo. - Sangramento vaginal após contato íntimo Existem, também, fatores de risco que aumentam as chances de a mulher desenvolver pólipos endometriais, como o diabetes, hipotireoidismo, cistos mamários e hipertireoidismo. O diagnóstico: O diagnóstico deve ser feito por ultrassonografia transvaginal ou pela chamada histeroscopia diagnóstica, método que consiste em colocar uma câmera pequena, de 3,9 a 5 mm de diâmetro, dentro do útero para sua visualização direta. O tratamento: Caso a paciente não esteja na menopausa, não apresente fatores de risco para tumores malignos e exista apenas um pólipo de até 15 mm, pode-se adotar a conduta expectante, que consiste em esperar para observar o desenvolvimento do quadro e tomar uma decisão mais acertada sobre o tratamento. Em casos que exista a presença de sintomas que diminuem a qualidade de vida da paciente, a polipectomia (retirada dos pólipos) é o tratamento indicado principalmente antes da menopausa, pois é durante o período fértil que há mais chances dos pólipos se tornarem malignos. As chances de retorno dos pólipos são muito pequenas, porém devem ser levadas em consideração. Hábitos saudáveis como a prática de atividades físicas e manter uma alimentação balanceada são medidas importantes para a prevenção. Outro método preventivo é a retirada do útero, também conhecido como histerectomia. Porém, por ser muito mais drástico, deve ser estudado com calma e, se possível, reservado para mulheres que estejam na pré-menopausa ou na menopausa, sem chances de maternidade. O acompanhamento ginecológico contínuo é essencial para assegurar uma vida saudável e mais tranquila. Não deixe de agendar sua consulta, o Núcleo está sempre à disposição.
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Endometrioma na parede abdominal
A presença de um endometrioma nas regiões extrapélvicas é relativamente rara. Quando ocorre na parede abdominal, geralmente há uma associação com cicatrizes cirúrgicas, principalmente cesáreas. Uma das teorias abordadas é a de que, durante a operação, as células do endométrio se espalhem através do corte no útero e venham se alojar no interior da própria incisão. Os sintomas desse tipo de endometriose incluem a formação de um cisto ou inchaço bastante sensível ao toque na área das cicatrizes, com dores que se manifestam em intervalos irregulares. É importante que a investigação das causas desses sintomas seja feita quando coincidem com o período menstrual. Entretanto, nem sempre essa correlação é bem definida, o que pode causar dificuldades em identificar as reais causas do problema. O diagnóstico da endometriose na parede abdominal pode ser feito com auxílio de ultrassonografias e tomografia computadorizada, que são as principais maneiras de averiguar o tamanho da lesão e quão comprometida a parede do abdômen está. A coleta dessas informações é essencial para que o tratamento cirúrgico, para retirada do tecido inflamado, seja planejado da melhor forma. Em caso de dúvidas, entre em contato conosco e agende sua consulta.
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Endometriose não é contagiosa
Apesar de não se saber ao certo as causas exatas da endometriose, acredita-se que a genética seja um elemento de grande influência para que essa condição se desenvolva. O que é certo é que a endometriose não é contagiosa, muito menos provocada por algo que se tenha feito. Importante ressaltar a diferença entre endometriose e endometrite. A segunda é uma inflamação do tecido endometrial que pode ser causada tanto por micro-organismos que são transmitidos nas relações sexuais, como por alguns outros tipos de bactérias. Em caso de dúvidas, agende sua consulta. Estamos à disposição para diagnósticos e aconselhamentos sobre a melhor maneira de tratar cada situação.
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Como fazer o Diagnóstico da Endometriose?
Diversos são os métodos utilizados para tentar estabelecer o diagnóstico da endometriose: - ultra-som pélvico transvaginal - ressonância magnética - enema de bário de duplo contraste - ecoendoscopia baixa (ecocolonoscopia) - ultra-som pélvico transvaginal com preparo intestinal - urografia excretora De forma geral considera-se o ultra-som pélvico transvaginal um bom método de triagem. Este método é bastante sensível no diagnóstico da endometriose dos ovários, mas não é muito adequado no diagnóstico da endometriose profunda.
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Endometriose Profunda x Infertilidade
A relação entre endometriose e infertilidade já vem sendo observada de uma longa data. Boa parte das mulheres só descobre a doença quando decidem engravidar. Vários estudos já comprovaram que das mulheres portadoras de endometriose, cerca de 50 a 70% possuem uma taxa de fecundidade bem inferior das não portadoras da doença. Isso geralmente acontece pois nas pacientes com endometriose profunda, a ovulação é bem inferior à de mulheres não portadoras, e também pode ocorrer a alteração total da pelve, danos nas trompas que acabam impedindo o encontro do óvulo com o espermatozoide, o que impede a fecundação. A endometriose profunda quando instalada pode desencadear um processo inflamatório que influencia diretamente nos processos de ovulação, fertilização e na implantação do embrião no útero. Ou seja, mesmo que um embrião saudável alcance o útero, pode não conseguir se implantar, ocasionando a infertilidade. Após a remoção dos focos da endometriose, se tratada adequadamente, grande parte das mulheres com infertilidade pela doença podem engravidar normalmente. Mesmo com todo o avanço atual da medicina, a melhor forma de se obter um diagnostico precoce da endometriose profunda, é consultando um bom ginecologista!
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Quais os tratamentos indicados para a Endometriose Profunda?
A endometriose atinge cerca de 176 milhões de mulheres férteis no mundo, sendo sete milhões só no Brasil. Já a endometriose profunda, atinge de 10 a 30% das mulheres que possuem endometriose. Ela se apresenta com sintomas severos, cólicas menstruais intensas, cólicas fora do período menstrual, sangramentos anais, infertilidade, e vários outros. Infelizmente é uma patologia que não tem cura, mas como toda doença, o seu tratamento é fundamental para o restabelecimento da qualidade de vida da mulher. O tratamento é totalmente personalizado, de acordo com o quadro de cada paciente após avaliações clínicas, ultrassons e ressonâncias magnéticas, levando-se em consideração idade e se a mesma deseja engravidar ou não, o que influencia diretamente nas possíveis soluções para a doença. Atualmente existem dois tipos de tratamentos para a endometriose profunda: o clínico e o cirúrgico, ou a combinação de ambos. - Tratamento Clínico Se optar pelo tratamento clínico, serão ministradas medicações para a antecipação da menopausa, como analgésicos e anti-inflamatórios para o alívio da dor principalmente no período menstrual, métodos hormonais como pílulas combinadas de estrógeno e progesterona, injetáveis, adesivos, anel vaginal, DIU Mirena, entre outros. - Tratamento Cirúrgico Em casos, mais graves e mais profundos, ou pela ausência de resposta do procedimento clínico, a cirurgia pode ser a solução mais indicada pelo seu médico. A cirurgia de endometriose profunda é realizada via videolaparoscopia, procedimento onde é possível a retirada de todo o tecido endometrial, evitando a retirada dos órgãos afetados. Esse procedimento procura manter a fertilidade da paciente. Em casos em que a mulher não deseja ter filhos, pode ocorrer a remoção dos órgãos afetados. Lembrando que, em alguns casos a endometriose pode retornar e atingir outros órgãos, tornando necessário a retomada do tratamento. Portanto é fundamental que a mulher realize consultas e exames periódicos com o seu ginecologista. Quanto mais cedo for o seu diagnóstico, mais opções para o seu tratamento.
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A importância da Alimentação no tratamento da Endometriose
A endometriose tem se tornado uma patologia cada vez mais comum entre as mulheres em idade reprodutiva. Hoje em dia, ao menos uma em cada dez mulheres é portadora da doença, e muitas ainda nem sabem. Embora esteja se tornando comum, ainda é uma doença cercada de dúvidas. Suas causas e a cura definitiva ainda não foram descobertas, mas o tratamento é capaz de melhorar seus sintomas e evitar que a doença progrida para graus mais severos. A alimentação é algo bastante decisivo no tratamento da endometriose. Muitos alimentos errados podem contribuir para o aumento de dores e inflamações, e consequentemente agravando o quadro da doença. A alimentação adequada é uma grande aliada no combate dos sintomas da endometriose. Uma dieta balanceada, rica em vitaminas e minerais pode prevenir a endometriose assim como auxiliar no seu tratamento, reforçar seu sistema imunológico e reduzir os sintomas da doença. Muitos estudos comprovaram que vitaminas do Complexo B, Magnésio e a suplementação de Ômega-3 exercem no organismo um papel anti-inflamatório, extremamente importante, principalmente para pacientes com endometriose. Conheça alguns alimentos ricos em Magnésio, Ômega-3 e vitaminas do Complexo B: - Magnésio (mineral): folhas verdes escuras como agrião, rúcula, espinafre, escarola, chicória, almeirão, brócolis, couve de Bruxelas, couve manteiga; alimentos integrais (gérmen de trigo, arroz, aveia, centeio, cevada, milho, quinoa, amaranto); semente de girassol, castanhas, tofu. - Ômega-3 (tipo de gordura): óleo de linhaça, linhaça, óleo de canola, óleo de soja, peixes, em especial: sardinha, arenque, salmão, cavala, atum, truta; folhas verdes escuras (agrião, hortelã, brócolis cru, couve manteiga crua); soja, milho, aveia, abacate, algas marinhas e semente de chia. - Vitaminas do complexo B (vitaminas): alimentos integrais e folhas verdes escuras (como destacados nas fontes de magnésio), carnes, peixes, queijo e ricota, feijões, cogumelos, algas marinhas, gema de ovo, sementes de girassol e geleia real. Procure evitar embutidos e enlatados e dê sempre preferência a produtos orgânicos, os agrotóxicos e os hormônios têm sido apontados como grandes vilões na alimentação. Lembrando que é fundamental o acompanhamento por um nutricionista para que o equilíbrio necessário da sua dieta seja atendido, reduzindo assim a inflamação causada pela endometriose.
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Outubro Rosa: Combate ao Câncer de Mama
Outubro chegou, e vem marcado pelo movimento popular mundial em prol ao combate do Câncer de Mama: Outubro Rosa! No Brasil, o movimento foi aderido no ano de 2002, com o intuito de fortalecer a conscientização da importância da doença e estimular às mulheres que procurem se auto examinar e se habituarem a realizar exames periódicos como a mamografia, após os 40 anos de idade. Quanto mais cedo for o diagnóstico, maiores as chances de tratamento, mas não podemos ignorar que o câncer de mama é atualmente o que mais mata mulheres, e raramente, ele também pode atingir os homens. Além dos exames periódicos, uma dieta balanceada acompanhada da pratica de atividades físicas podem ser grandes aliados, uma vez que, o excesso de peso aumenta muito o risco de desenvolvimento da doença. Uma postura preventiva pode reduzir em até 30% os casos da doença. Depois de diagnosticado, o Câncer de Mama pode ser tratado de inúmeras maneiras, como medicações, quimioterapia e intervenção cirúrgica, tudo vai de acordo com cada caso, com cada paciente. Nós do NPE ressaltamos sempre que é fundamental o acompanhamento periódico com seu médico, e que nesse dia tão especial, possamos lutar juntos conta essa enfermidade, promovendo a todas as mulheres a importância de uma saúde cada vez melhor!
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Quais as causas da Endometriose Profunda? Ela tem cura?
A endometriose profunda é uma patologia que pode afetar todos os órgãos do corpo humano. Comumente encontrada na região pélvica, cuja característica é o crescimento do tecido que reveste a cavidade uterina provocando lesões profundas, causando muita dor no período menstrual e fora dele também, durante e após a relação sexual, dificuldade em urinar, ciclos menstruais desregulados, sangramento anal em período menstrual e até infertilidade, comprometendo a qualidade de vida da mulher. As reais causas da endometriose ainda não foram completamente estabelecidas. Várias teorias relacionadas a fatores hereditários, hormonais, imunológicos, entre outros, são levantadas para explicar suas causas, mas sem grandes certezas. Vários médicos apontam algumas possíveis causas sendo menstruação retrógrada, menstruação precoce, crescimento de células embrionárias, sistema imunológico deficiente, hereditariedade, histerectomia, atraso em ter filhos, ciclos menstruais frequentes, menstruações longas (mais de 7 dias), hímen não perfurado, menopausa tardia, substâncias do meio ambiente (pesticidas, poluentes industriais), entre outras. O diagnóstico da endometriose profunda é de responsabilidade do médico ginecologista. Através de exames como laparoscopia e ultrassonografia transvaginal, facilmente é possível detectar a doença, que infelizmente não tem cura definitiva, mas seu tratamento é fundamental restabelecer a qualidade de vida e a vida sexual da mulher, e para não haver um comprometimento maior da sua saúde. Toda doença deve ser tratada. Lembrando que é sempre muito importante consultas preventivas e exames periódicos com seu médico.
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Qual a diferença entre Endometriose Superficial e Endometriose Profunda?
Cólicas muito fortes, fluxo menstrual irregular, dores durante e após relações sexuais, dor e sangramento intestinal, todos esses são sintomas são típicos de endometriose. Trata-se de uma doença que atinge muitas mulheres em idade reprodutiva, onde o endométrio, camada interna do útero que se renova a cada menstruação, se apresenta em locais fora do útero. Existem casos de endometriose assintomática. É necessário, o quanto antes, descobrir o tipo de endometriose para indicar o tratamento mais adequado. Existem dois tipos, a superficial e a profunda. Endometriose Superficial É o tipo de endometriose mais comum entre as mulheres. Compromete diretamente o peritônio da pelve, podendo atingir a superfície dos ovários, tubas, bexigas e do útero. Ela não penetra mais que 5mm e uma simples cauterização é o suficiente para eliminá-la. Endometriose Profunda Trata-se do agravamento da Endometriose Superficial, é mais grave. Vem acompanhada de dor intensa, no período menstrual e fora dele também, durante e após a relação sexual, dificuldade em urinar, ciclos menstruais desregulados, sangramento anal em período menstrual e infertilidade. Ocorre quando o foco invade o tecido por mais de 5mm, provocando lesões mais profundas. Pode comprometer o apêndice, útero, intestino, reto, vagina, bexiga e ureteres. Em ambos os casos existe tratamento. Pacientes mais novas apostam em medicação para suspender o fluxo menstrual. Porém lesões maiores e mais profundas podem ser indicadas ao procedimento cirúrgico. Lembrando que, indiferente do tratamento escolhido, o objetivo maior é o alívio da dor, retomada da fertilidade e a prevenção de recorrências, portanto é fundamental o acompanhamento médico.
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O que é endometriose profunda e quais os sintomas?
A endometriose profunda é uma forma grave que se caracteriza pela presença de tecido endometriótico com mais de 5 mm de profundidade fora da cavidade uterina. Essas lesões normalmente surgem na forma de nódulos e são ricas em fibrose, um tecido conjuntivo endurecido semelhante a uma cicatriz. Ela pode acometer qualquer órgão da pelve, sobretudo os ligamentos uterinos, o intestino, o reto, a vagina, a bexiga e os ureteres. Quais são as causas? A medicina ainda não conseguiu estabelecer a causa da doença. Porém, existe um componente genético, visto que filhas de mulheres com formas avançadas da mesma têm até seis vezes mais chances de desenvolver o problema. E os fatores de risco? É interessante destacar que substâncias presentes no meio ambiente podem favorecer a ocorrência. São os casos de alguns pesticidas, poluentes industriais e do bisfenol-A, produzido no dia a dia a partir do aquecimento do plástico — seja em aparelhos de micro-ondas ou em locais extremamente quentes. E os sintomas? Os principais são menstruar por muito tempo (sem pausa para engravidar e amamentar, por exemplo) e em grandes quantidades. Além disso, sabe-se que algumas enfermidades imunológicas da tireoide estão associadas. Estresse, sono irregular e alimentação inadequada também podem favorecê-la. Quando buscar ajuda médica? A intensidade da dor é um fator importante para buscar um médico. Ao contrário do que diz o mito responsável pelo sofrimento emocional de muitas mulheres, cólicas menstruais fortes não são normais. Os exames preventivos devem ser feitos e o ginecologista consultado sempre que necessário. Como é feita a prevenção? Não há uma forma de preveni-la, mas recomenda-se manter hábitos saudáveis, como fazer uma dieta equilibrada, manter o sono regular, praticar atividades físicas e evitar situações estressantes.
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Atividade sexual comprometida em mulheres com Endometriose Profunda
Um estudo realizado por pesquisadores italianos buscou entender a influência da endometriose profunda infiltrativa (EPI) na função sexual feminina e avaliar o impacto sobre a atividade sexual através da aplicação de questionários às mulheres. Foram entrevistadas mulheres com diagnóstico clínico e ultrassonográfico de EPI e confirmação histológica de endometriose. Durante o estudo, foi solicitado às mulheres que classificassem cinco sintomas de dor, sendo elas, cólica menstrual, dor durante a relação sexual, dor ao defecar, dificuldade para urinar e dor crônica pélvica em uma escala visual analógica de 0 a 10 (EVA), além da função sexual ser avaliada de acordo com o Índice de Função Sexual Feminina (FSFI), que pode ser útil para a avaliação do resultado do tratamento em uma situação de ensaio clínico. Ao todo 170 mulheres com EPI foram identificadas e uma pontuação na escala de dor de 7 ou mais foi tomada como referência para indicar que um sintoma foi "grave". A cólica menstrual foi relatada como grave por 66,5% da amostra, dor durante a relação sexual por 41,8%, dor ao defecar por 32,4% e dificuldade para urinar por 6,5%. Os índices médios do FSFI não diferiram significativamente entre as mulheres com e sem lesões de endometriose em locais específicos, exceto quando se encontrava nos nódulos retovaginais, que se mostraram associados a uma atividade sexual e à função sexual mais prejudicada, concluindo então que mulheres com Endometriose Profunda com infiltração parcial ou total do septo retovaginal devem ter atenção especial.
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Histerectomia não é a solução para a endometriose
Para as pacientes com endometriose, uma doença inflamatória, crônica e estrogênio-dependente, os dias são vividos de forma diferente. Isso ocorre porque as mulheres sonham com a existência de uma cura que não existe, visto que estamos falando de uma enfermidade recorrente e sem tratamento definitivo. O trato dela, contudo, pode ser feito preservando a fertilidade através de procedimentos minimamente invasivos, que ajudam a remediar as consequências da doença e a melhorar as condições de saúde. A mesma é praticada no Núcleo Pró-endometriose pelos melhores especialistas do segmento no Brasil e no mundo, que tem como objetivo oferecer o melhor e mais qualificado atendimento no que diz respeito ao assunto em questão.
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A incidência de enxaquecas em adolescentes com endometriose
Um estudo realizado em Boston, nos Estados Unidos, teve como objetivo investigar a incidência de enxaquecas em adolescentes com endometriose - doença benigna e tampouco cancerosa, que ocorre por meio do crescimento de um tecido que reveste a parede interna do útero em posições onde não deveria estar -. Ele contou com jovens cirurgicamente diagnosticadas, recrutadas tanto na comunidade local como em clínicas adjacentes entre os anos de 2012 a 2016, e abordou um extenso questionário sobre o histórico médico, o estilo de vida, o uso de medicamentos e o tratamento de sintomas. O mesmo foi disponibilizado previamente e respondido de forma adequada, assim como as dores de cabeça e a gravidade da dor pélvica não cíclica foram avaliadas usando uma escala de classificação numérica de 11 pontos. Os resultados indicaram que aquelas que possuem a enfermidade são mais propensas a ter cefaleia (69,3%) do que aqueles que não tem endometriose (30,7%), assim como a data da primeira menstruação foi associada inversamente com essas chances, visto que as participantes que sentem algum tipo de incômodo na cabeça e possuem endometriose apresentaram mais cólicas que as demais. Concluiu-se, portanto, que devido à forte correlação, aquelas que se apresentam com essas condições devem ser examinadas para maximizar os benefícios dos cuidados.
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Sobre a videolaparoscopia cirúrgica
A videolaparoscopia cirúrgica, que tem importância diagnóstica e terapêutica, é uma técnica na qual são feitas pequenas incisões para ter acesso aos órgãos pélvicos e abdominais. Por meio dela, é possível avaliar o útero, as trompas uterinas, os ovários e todas as estruturas anatômicas que estão em contato íntimo aos mesmos. Isso permite o tratamento de: - Miomas uterinos; - Gravidez ectópica; - De tubas uterinas para laqueadura tubária ou recanalização das mesmas em pacientes submetidas à laqueadura tubária anterior; - Histerectomia; - Incontinência urinária. Por ser um procedimento minimamente invasivo muitas vantagens são atribuídas a ele, como a rápida recuperação e o retorno precoce às atividades do dia a dia.
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Como funciona a videolaparoscopia diagnóstica?
A videolaparoscopia diagnóstica é um procedimento minimamente invasivo, benéfico no diagnóstico de mulheres com infertilidade e extremamente útil na análise de algumas patologias existentes no interior do abdômen, tais como: - Endometriose; - Dor pélvica - Aderências genitais. Por não ser um processo agressivo, a videolaparoscopia é considerada quase um exame ambulatorial, podendo ser realizada em regime de “day hospital” (internação de um dia).
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O que a histeroscopia diagnóstica investiga?
A histeroscopia diagnóstica é um exame realizado para visualizar duas partes internas do sistema reprodutor feminino: o canal endocervical e a cavidade uterina, sendo que o primeiro está localizado no colo do útero e a segunda pode ser definida como a estrutura que abriga o endométrio. Ela é feita para identificar alterações intrauterinas e faz parte da lista de exames que antecedem fertilizações in vitro. O procedimento é simples e pode ser realizado em ambulatório hospitalar ou no próprio consultório médico. Entre os fenômenos investigados, é possível citar: - Infertilidade; - Pólipos; - Miomas; - Aderências uterinas; - Alterações significativas no endométrio; - Hemorragias; - Adenocarcinomas; - Abortamentos frequentes.
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Você sabe como funciona a histeroscopia cirúrgica?
Como o nome sugere, a histeroscopia cirúrgica é um procedimento realizado dentro de um centro cirúrgico, com aplicação de anestesia, que pode ser geral ou local de acordo com a avaliação do médico responsável. Ao contrário da histeroscopia diagnóstica, ela é realizada para tratamento de alguma alteração uterina significativa previamente diagnosticada. Ou seja, é feita visando a retirada de qualquer corpo estranho que esteja atrapalhando a saúde do sistema reprodutivo ou causando desconforto na mulher. Entre os procedimentos mais comuns feitos por meio da mesma, é possível citar: - Extração de pólipos; - Remoção de miomas; - Biópsias; - Ablações endometriais; - Extirpação de sinéquias uterinas.
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Você sabe como funciona a histeroscopia diagnóstica?
A histeroscopia, popularmente chamada de vídeo-histeroscopia, é um procedimento ginecológico com baixos índices de complicações feito para investigar a presença de elementos estranhos no útero e retirá-los de forma minimamente invasiva. O processo é feito por meio da inserção de um aparelho chamado histeroscópio, que permite que o médico veja o interior do mesmo e das tubas uterinas, tornando-o, portanto, apto a analisar e dizer a paciente o que está errado. Existem dois tipos de histeroscopia, com procedimentos de execução e objetivos totalmente distintos, sendo a primeira chamada de diagnóstica e a segunda de cirúrgica. O doutor deverá solicitar o exame quando suspeitar de doenças que estejam atingindo o sistema reprodutor da paciente, tendo contraindicações para gestantes e mulheres com infecções genitais.
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Você sabe o que é endoscopia ginecológica?
A endoscopia ginecológica é uma técnica que consiste em utilizar o endoscópio para visualizar o interior do abdômen, diagnosticar doenças e realizar operações de alta complexidade. A mesma é constituída por dois procedimentos principais: laparoscopia e histeroscopia, porém, nos últimos anos, com o surgimento de pequenas câmeras de vídeo, ambos passaram a ser chamados de videolaparoscopia e videohisteroscopia, pois captam as imagens geradas pelo endoscópio e transmitem para um monitor de televisão. Ela também ajuda a tratar grande parte das patologias ginecológicas e preza, sempre, pela mínima invasão no corpo humano, o que causa, portanto, menos agressões e traumas a ele.
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Tenho Endometriose no intestino: o que devo fazer?
Em primeiro lugar é não se apavorar!! O próximo passo a ser dado diante da suspeita de endometriose profunda com comprometimento intestinal é estabelecer um diagnóstico preciso e completo. Recomendamos associar alguns métodos de diagnóstico por imagem que permitirão mapear toda a pélvis feminina e definir com precisão a extensão, a profundidade e a porcentagem da circunferência intestinal comprometida. A ultrassonografia intestinal com preparo intestinal, a ecoendoscopia baixa e a ressonância magnética são os métodos mais eficazes para este fim. Depois disto recomendamos uma consulta com um especialista em endometriose para definir o melhor tratamento a ser instituído: medicamentoso ou cirúrgico. A endometriose intestinal deve ser sempre tratada! Sabemos que o tratamento medicamentoso com hormônios não é capaz de "destruir" a doença, mas é eficaz no controle da dor causada pela endometriose em muitas situações. O tratamento cirúrgico por videolaparoscopia com a remoção completa da doença intestinal e dos órgãos genitais é sempre a nossa preferência pois é altamente eficaz no controle da dor, promove a melhora significativa na qualidade de vida das mulheres e está associado a baixo índices de complicações em nossa experiência.
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Quais são os sintomas da Endometriose?
A cólica menstrual (dismenorréia) é o principal sintoma associado a doença. Outros sintomas como dor na relação (dispareunia) e dores abdominais contínuas, não cíclicas, também podem estar presentes. A presença de ciclos menstruais irregulares também é um possível fator associado a endometriose. O exame de toque ginecológico é o principal método de suspeita diagnóstica da endometriose profunda.
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O que é Endometriose?
A endometriose é uma doença inflamatória que geralmente compromete os órgãos genitais femininos. É conceituada como a presença fora do útero (nas trompas, ovários, ligamentos uterinos, peritônio, bexiga, intestino e outras localizações) de um tecido com características funcionais similares às do endométrio (camada que reveste o interior do útero e é responsável pela formação da menstruação).
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